CACB pede apoio das Federações para votação do Supersimples no Senado

Projeto é lançado para votação no Senado e aguarda aprovação para o próximo 16 de julho


CACB pede apoio das Federações para votação do Supersimples no Senado

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) convoca todas as Federações para comparecerem à votação do PLC nº 60/14, que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. O projeto, anteriormente numerado PLP 221/12, teve aprovação unânime na Câmara dos Deputados e foi encaminhado ao Senado, renumerado e pronto para ser incluído na Ordem do Dia. A expectativa é que isso ocorra na sessão de votação do dia 16 de julho (quarta-feira).

“Agora, mais do que nunca, é importante que os presidentes das Federações compareçam à votação no Senado, pois o desdobramento disso afetará a vida de milhões de empresários. Precisamos nos empenhar no convencimento dos senadores de cada Estado, para alcançarmos a aprovação do projeto”, defende o presidente interino da CACB, Rogério Amato.

Entre outros avanços, o PLC nº 60/14 promove a universalização do Simples Nacional, ampliando a possibilidade de ingresso de novas categorias no programa. A medida pode beneficiar inicialmente cerca de 500 mil empresas, envolvendo 140 atividades produtivas.

O texto também fixa o limite quanto à incidência da Substituição Tributária do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o que reduziria o número de empresas impactadas de 2 milhões para cerca de 400 mil, com base na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Amato explica que, se aprovadas, as alterações na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas promoverão o estímulo à formalização, competitividade, emprego e renda.

Fonte: CACB

Endividamento das famílias recua em junho
O número de famílias endividadas teve queda de 0,2 pontos percentuais em junho com relação ao mês anterior, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje, 24 de junho, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo os dados, 62,5% dos entrevistados declararam ter dívidas como cheque pré-datado, cartão de crédito e cheque especial, entre outros. A queda também ocorreu na comparação anual. Em junho de 2013, o percentual de famílias endividadas estava em 63%.

Para a economista da CNC Marianne Hanson, o crédito mais caro está deixando as famílias mais cuidadosas. “A alta do custo do crédito induz a uma postura mais cautelosa das famílias ao contratar e renovar empréstimos e financiamentos. Juros mais altos e ganhos de renda mais modestos levam a condições menos favoráveis para o endividamento”, afirmou Hanson.

Acompanhando a tendência de redução, o percentual de famílias com dívidas em atraso apresentou queda na comparação mensal, passando de 20,9% em maio para 19,8% em junho. Houve queda do percentual de famílias inadimplentes em relação a junho de 2013, quando esse indicador alcançava 20,3% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, apresentou queda em ambas as bases de comparação, mensal e anual, alcançando 6,6% em junho de 2014, ante 6,8% em maio e 7,2% em junho de 2013.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores.

Fonte: CNC