Comércio de materiais escolares continua aquecido em fevereiro

Os meses de janeiro e fevereiro é o período com maior registro de vendas para o segmento


Comércio de materiais escolares continua aquecido em fevereiro

O ano letivo já começou na maioria das escolas particulares, mas o comércio de materiais escolares continua aquecido, uma vez que as instituições publicas ainda não começaram suas atividades, os lojistas continuam otimistas com as vendas em fevereiro. Os meses de janeiro e fevereiro é o período com maior registro de vendas para o segmento, a expectativa é que os números de fevereiro, somado com janeiro superem as vendas do ano passado.
Para se preparar para a grande demanda, papeleiros como Evilasío de Melo, da Papelaria Maranhão, aumentam o estoque. Dos materiais mais procurados estão os pedagógicos (tinta guache, giz de cera e papéis em geral). Otimista com as vendas, ele compara o período de volta as aulas com o natal: “O natal do papeleiro é o inicio das aulas”, e completa dizendo que as vendas estão apenas no começo e que a procura desses artigos intensificará em fevereiro.
O empresário Marcone Marques concorda com o papeleiro, e diz que quando todos esperam pelo natal, ele espera a volta às aulas. O empresário prevê um aumento de 8% das vendas de bolsas escolares, em comparativo com igual período do ano passado. Os modelos de bolsas mais procurados são os femininos, na loja Tok Bolsas o estoque é de 70% de modelos femininos e 30% masculinos.
Materiais de linhas de produtos de desenhos animados como: Barbie, Pepa Pig, Hot Wheels, são os mais procurados. E a decisão do que levar para casa geralmente é da criança. “Quem compra não é a mãe e nem o pai, é a própria criança que exige o que ela vai usar muitas vezes os pais compram e acabam por vir fazer a troca por que os filhos não gostaram”, diz o empresário.
Mesmo com o atual cenário da economia brasileira, os empresários acreditam no crescimento das vendas, uma vez que os materiais são itens essenciais para o aprendizado. “independente disso o povo está consciente que tem que educar o seu filho, e por isso precisa do material”, conclui Evilasío de Melo.