Melhora confiança do empresário da indústria da Construção Civil

É o que diz pesquisa elaborada pela Fiema, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).


Melhora confiança do empresário da indústria da Construção Civil

São Luís – A confiança do empresário industrial da construção civil é maior do que a dos demais setores, em julho de 2014. É o que revela a pesquisa do Índice de Confiança do Empresário Industrial do Maranhão (ICEI‐MA), elaborada mensalmente pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O estudo foi realizado no Maranhão com empresas da construção civil, indústrias extrativas e de transformação no período de 1º a 11 de julho de 2014 e gerou o índice, que é obtido a partir da ponderação dos resultados referentes às Condições Atuais
e Expectativas dos empresários em relação à economia brasileira, o Estado e a empresa.

Entre os empresários da construção, o ICEI-MA mostrou singela elevação ao crescer 0,3 ponto, cravando a marca de 59,7 pontos no mês. O índice também cresceu se comparado a julho do ano passado (2013), quando a marcação foi de 55,7 pontos.

Quanto aos indicadores que mostram as condições atuais da economia, todos se elevaram. Tal movimento, no entanto, não ocorreu quanto às expectativas, que caíram, com exceção das em relação ao estado.

Segundo o estudo da Fiema, mais uma vez, o Brasil mostrou queda na confiança do empresário, chegando a 46,4 pontos. Já o Nordeste apresentou confiança industrial, apesar do recuo de 1,8 ponto com relação a junho do mesmo ano.

A avaliação dos empresários sobre as condições atuais do estado fez o indicador crescer 4 pontos em julho, marcando 46,2 pontos, apresentando, porém, índice de piora, mas já mais próximo da linha divisória dos 50 pontos.

Os indicadores da construção civil foram os responsáveis por essa mudança, visto que a condição do estado cresceu 9 pontos na avaliação do empresariado do setor, se comparado ao mês anterior.

Ainda para a construção civil, outros indicadores também apresentaram elevação, em destaque para as condições da economia brasileira que caracterizou estabilidade (49,7 pontos). Em contrapartida, os índices das indústrias de extração e transformação permaneceram praticamente os mesmos.

(Assessoria Fiema)